quarta-feira, 19 de outubro de 2011

PRA RIR DO JORNALISMO

Parlendas jornalísticas

Posted: 19 Oct 2011 02:51 AM PDT



Uni duni tê

Pauta bem deprê

Reportê não qué fazê

Mas o escolhido foi você.





Um, dois, comer depois

Três, quatro, checar o fato

Cinco, seis, sem timidez

Sete, oito, tô muito afoito

Nove, dez, perdi os papéis.





Um assessor chato incomoda muita gente

Dois assessores chatos incomodam, incomodam muito mais.

Dois assessores chatos incomodam muita gente

Três assessores chatos incomodam, incomodam, incomodam muito mais.

Três assessores chatos incomodam muita gente

Quatro assessores chatos incomodam, incomodam, incomodam, incomodam muito mais.





- Cala a boca!

- Cala a boca? Já calei.

Quem manda na Justiça é o Sarney.





"En-ga-nei" a Glo-bo

Com a imagem do outro.





Assessor e pauteiro

Casamento interesseiro

Pauteiro e assessor

Casamento sem amor.





Um boato quando nasce

Se esparrama rapidão

Jornalista que o publica

Não apura informação.

Post do blog do Duda Rangel

MAIS UMA DEFESA DO MANEJO

Esse assunto ainda vai render muitas notas. Quem te viu quem te vê, entidades como a Cut assinando nota de apoio ao Governo.

MOÇÃO CEMACT/CFE/CDRFS Nº001 DE 30 DE SETEMBRO DE 2011


Os Presidentes dos Conselhos Estadual de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia - CEMACT, no uso das competências que lhe são conferidas pela Lei nº 1.022 de 21 de janeiro de 1992, do Conselho Florestal Estadual – CFE, no uso das atribuições que lhe confere o Dec. Nº 8.402, de 14 de agosto de 2003 e Dec. Nº 2.980, de 13 de maio de 2008, e do Conselho de Desenvolvimento Rural Florestal Sustentável – CDRFS, de acordo com o Decreto Nº 138, de 02 de março de 2007 e Resolução CDRFS Nº 024 de 02 de setembro de 2010; e



Considerando as deliberações e encaminhamentos da plenária da 3ª Reunião Ordinária do CEMACT e 1ª Reunião Ordinária Conjunta do CEMACT, CFE e CDRFS, realizada no dia 18 de outubro de 2011



Considerando ainda, que o Conselho Florestal Estadual – CFE, o Conselho de Desenvolvimento Rural Florestal Sustentável – CDRFS e o Conselho Estadual de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia – CEMACT, enquanto instâncias fundamentais de tomada de decisões e controle social, quanto às questões relativas ao uso racional dos recursos naturais do Estado do Acre, constituídos democraticamente por representantes da sociedade civil, das populações tradicionais, dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, tendo em vista as notícias veiculadas recentemente nos meios de comunicação sobre a atividade de manejo florestal sustentável;

RESOLVEM:



Aprovar moção em defesa do manejo florestal sustentável no Estado do Acre, na qual vem em conjunto manifestar publicamente:

EM DEFESA DO MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL NO ACRE

O manejo florestal é hoje uma das atividades econômicas mais importantes do Estado do Acre, sendo que de acordo com dados recentes a atividade florestal representa mais de 20 % do Valor Bruto da Produção do Estado. Dados de órgãos oficiais indicam que no Acre existem mais de 500 empresas, entre grande e médias e pequenas empresas, relacionadas ao setor florestal, que produzem mais de 700 mil metros cúbicos de madeira por ano, gerando em torno de 4.600 empregos diretos, movimentando uma economia de mais de R$ 500 milhões por ano.

Para alcançar esses indicadores, um esforço inédito no Acre tem sido empreendido ao longo da última década por órgãos governamentais das esferas federal, estadual, municipal, bem como por representantes da sociedade civil e populações tradicionais. Por isso, é importante lembrar que a situação da atividade florestal no Acre, anterior a esses dados, com mais de 90% da madeira sendo suprida pela atividade de desmatamento, muitas vezes também ilegal, com enormes impactos negativos ao meio ambiente e as populações residentes nas florestas.

Atualmente, dados do Instituto de Meio Ambiente do Acre mostram que mais de 90% da exploração florestal é oriunda de planos de manejo, que passam por um processo de licenciamento e monitoramento de acordo com a legislação federal e estadual e com base em conhecimento científico e tecnológico de ponta.

Esta reviravolta na base de suprimento se deve a mais de uma década de implementação de uma política pública florestal, que pelos resultados acima expostos, tem se mostrado como um caminho viável para que a população acreana possa usufruir de forma sustentável dos seus recursos florestais, com inclusão social e conservação do meio ambiente.

A formulação dessa política passou pela constituição e consolidação de fóruns de discussão, cujos principais exemplos são estes três Conselhos, com larga participação dos representantes da sociedade civil, e que ao longo da última década elaboraram, aprovaram e implantaram as normas para o adequado uso e ocupação do solo no Estado do Acre, tendo como destaque a própria aprovação do Zoneamento Econômico-Ecológico do Acre. No Acre, as instituições públicas federais e estaduais de fiscalização e controle ambiental, como os Ministérios Públicos Estadual (MPE) e Federal (MPF) tem cumprido ativamente suas funções. Outrossim, como resultado dessa política, e, principalmente, da atuação dos órgãos de fiscalização, além da sensibilização dos empresários do setor, houve uma verdadeira mudança no comportamento das empresas florestais do Estado.

Problemas até podem existir como em qualquer atividade humana, mas nenhuma das denuncias veiculadas nos meios de comunicação são verídicas, pois não se coadunando com a realidade vivida na Floresta Estadual do Antimary, sendo desmentidas pelo grande desenvolvimento social e econômico trazido para a população lá residente pelo manejo florestal, que não pode ser contaminado por eventuais atividades ilegais realizadas à margem da lei e da vontade do Estado do Acre.

Em todo processo de construção coletiva, principalmente naqueles que pretendem reverter modelos produtivos não sustentáveis há muito tempo arraigados, podem ocorrer problemas a exigir ajustes, devendo prevalecer o contexto geral de desenvolvimento sócio e econômico e de conservação ambiental trazido pelo manejo florestal empreendido na Floresta Estadual do Antimary sobre eventuais problemas pontuais, que exigem solução pontual e não o retrocesso ao modelo de produção anterior.

Dessa forma, não podemos permitir o retrocesso no debate de questões importantes para a sociedade acreana, como é a atividade de manejo florestal, cujos resultados econômicos, ambientais e sociais não podem ser negados. Neste aspecto, vale destacar que a criação de Unidades de Conservação e demarcação de Terras Indígenas associado as atividades de manejo florestal, contribuem para o êxito na conservação de 87 % das florestas acreanas, diminuição significativa das nossas taxas de desmatamento, ao mesmo tempo em que promoveu um expressivo crescimento econômico.

O Conselho Florestal Estadual - CFE, o Conselho de Desenvolvimento Rural Florestal Sustentável - CDRFS e o Conselho Estadual de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia – CEMACT repudiam as ações de indivíduos ou grupos interessados em sobrepor seus interesses em detrimento aos interesses maiores da sociedade acreana. Não podemos aceitar que isto cause retrocesso na atividade de manejo florestal no Acre, que reconhecidamente tem avançado e cujos resultados econômicos, ambientais e sociais são reconhecidos em âmbito nacional e internacional.

Rio Branco, Acre, 18 de outubro de 2011.









Carlos Edegard de Deus

Presidente do CEMACT







João Paulo Santos Mastrangelo

Presidente do CFE







Lourival Marques de O. Filho

Presidente do CDRFS





Conselho Estadual de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia – CEMACT



Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SEMA

Secretaria de Estado de Planejamento - SEPLAN

Instituto de Meio Ambiente do Acre - IMAC

Fundação de Tecnologia do Est. do Acre - FUNTAC

Secretaria de Estado de Esporte Turismo e Lazer - SETUL

Secretaria de Estado de Educação - SEE

Secretaria de Estado de Agropecuária - SEAP

Secretaria de Est. de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar - SEAPROF

Associação dos Municípios do Acre - AMAC

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA

Fundação Nacional do Índio - FUNAI

Universidade Federal do Acre - UFAC

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA

Federação das Indústrias do Estado do Acre - FIEAC

Federação da Agricultura do Est. do Acre - FAEAC

Federação do Comércio do Estado do Acre - FECOMÉRCIO

Grupo de Pesquisa e Ext. em Sistemas Agro florestais do Acre - PESACRE

Rede Acreana de Mulheres e Homens - RAMH

SOS Amazônia

Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Acre - FETACRE

Centro de Trabalhadores da Amazônia - CTA

Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Estado do Acre - AMAAIAC





Conselho Florestal Estadual – CFE



Secretaria de Estado de Planejamento - SEPLAN

Secretaria de Estado de Floresta - SEF

Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SEMA

Secretaria de Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar - SEAPROF

Secretaria de Estado de Educação - SEE

Fundação de Tecnologia do Acre - FUNTAC

Instituto de Meio Ambiente do Acre - IMAC

Instituto de Terras do Acre - ITERACRE

Procuradoria Geral do Estado do Acre - PGE

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA

Universidade Federal do Acre - UFAC

Conselho Nacional dos Seringueiros - CNS

Grupo de Trabalho Amazônico - GTA

Fundo Mundial para a Natureza - WWF-Brasil

Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Acre - FETACRE

Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA

Cooperativa dos Produtores Florestais Comunitários - COOPERFLORESTA

Associação das Indústrias de Madeira de Manejo Florestal do Estado do Acre - ASIMMANEJO

Federação das Indústrias do Estado do Acre - FIEAC

Instituto de Mudanças Climáticas - IMC



Conselho de Desenvolvimento Rural Florestal Sustentável – CDRFS



Secretaria Estadual de Florestas - SEF

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA SFA/AC

Instituto de Terras do Acre - ITERACRE

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA

Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SEMA

Conselho Nacional dos Seringueiros - CNS

Secretaria de Estado de Agropecuária - SEAP

Centro de Trabalhadores da Amazônia - CTA

Grupo de Pesquisa e Ext. em Sistemas Agro florestais do Acre - PESACRE

Central Única dos Trabalhadores - CUT

Comissão Pró Índio do Acre - CPI

Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal - IDAF

Grupo de Trabalho Amazônico - GTA

Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Acre - FETACRE

Secretaria de Est. de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar - SEAPROF

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA



EM QUEM ACREDITAR?

Desde a última segunda feira , 18 de outubro, que o governo do estado vem mandando notas para os meios de comunicação e buscndo apoio para o projeto de "Manejo Sustentável". E para revidar a Carta assinada por ongs e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, o governo contra-ataca com outra "Nota".

Nota na integra:

Nota de esclarecimento referente à matéria intitulada “O Golpe Verde”, publicada pela Revista ISTO É na edição no 2188 de 14 de outubro de 2011.

POR: COMUNICAÇÃO
FONTE: IMAFLORA [18/10/2011 ]http://www.imaflora.org/index.php/noticia/detalhe/200

O Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) esclarece que atua como certificador do sistema FSC (Forest StewardshipCouncil) no Brasil, representando o Programa SmartWood da ONG Rainforest Alliance, mas não representa o FSC no Brasil. Existem diversas entidades habilitadas a realizar auditorias de certificação FSC no Brasil e o IMAFLORA é uma delas.

Sobre a afirmação de que o Imaflora “distribui às empresas o selo verde”, é importante esclarecer que a certificação só é concedida à empresas que comprovem o cumprimento às rigorosas normas estabelecidas pelo FSC e reconhecidas internacionalmente. Para isso, às empresas certificadas passam por um processo de auditoria em campo, conduzido por técnicos qualificados e habilitados, os quais também realizam uma ampla consulta a partes interessadas locais. Maiores detalhes sobre o processo de certificação FSC e sobre os empreendimentos certificados podem ser encontrados nos site do Imaflora e do FSC .

Com relação a empresa Triunfo, o Imaflora publicou uma nota em 03 de outubro de 2011, esclarecendo o processo de avaliação das questões relacionadas a abertura do ramal de acesso a Fazenda Ranchão II. Como informado anteriormente, essa área não faz parte do escopo de certicação da empresa Triunfo. A empresa possui um certificado FSC (código SW-FM/COC-001586) ativo para 7.497,00 hectares, onde cumpre com os critérios de certificação, conforme pode ser constatado no resumo público das últimas auditorias de campo.

Em relação a Floresta Estadual do Antimary (FEA), também citada na referida matéria, esclarecemos que trata-se de uma floresta pública sob gestão da Secretaria de Estado de Florestas do Governo do Estado do Acre. A certificação FSC da FEA foi concedida em 2005 após um longo processo de avaliação e consulta pública e, desde então, auditorias independentes são realizadas anualmente pelo Imaflora. As informações sobre estas auditorias são públicas e podem ser encontradas no site do FSC. A “mata do Limoeiro”, mencionada na matéria, apesar de estar situada nas proximidades da mesma, não faz parte da certificação da Floresta Estadual do Antimary.

Na qualidade de responsáveis pelas certificações FSC da empresa Triunfo e da Floresta Estadual do Antimary, o Imaflora encoraja partes interessadas a enviarem comentários sobre estas áreas diretamente para imaflora@imaflora.org, sempre que possível, apoiados em evidências concretas. Todos os comentários recebidos serão devidamente avaliados e respondidos publicamente pela equipe de auditores do Imaflora.

(19) 3429-0800

www.imaflora.org

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SISTEMA HORUS

O Núcleo do Ministério da Saúde no Acre, por meio da Divisão de Convênio e o Departamento de Informática do SUS, em parceria com o Governo do Acre, realiza, no dia 18 de outubro de 2011, a apresentação do Sistema Hórus (Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica). O evento ocorre a partir das 9h30min, no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Foram convidados para o lançamento do sistema os prefeitos e os secretários Municipais de Saúde, dos 22 municípios acreanos.

Participam da evento a secretária de Estado de Saúde do Acre, Suely Melo, o prefeito de Rio Branco, Raimundo Angelim, representantes do Departamento de Informática do SUS/Regional Acre, do Departamento de Assistência Farmacêutica e Isumos Estratérgicos do MS, dentre outros.

O Hórus foi desenvolvido para qualificar a gestão da Assistência Farmacêutica no SUS. Esse sistema permite, entre outras funcionalidades, o controle de estoque, a rastreabilidade dos medicamentos distribuidos e dispensados, o agendamento das dispensações, o conhecimento do perfil de consumo, o acompanhamento do uso dos medicamentos e ainda a geração de dados para o desenvolvimento de indicadores de assistência farmacêutica para auxiliar no planejamento e monitoramento das ações nessa área.


Agradecemos a colaboração de todos na divulgação dessa atividade.


Departamento de Comunicação

Secretaria de Estado de Saúde

Governo do Acre



E AGORA DEPUTADO!!!!

GOVERNO  DIZ QUE DEPUTADO WHERLES ROCHA SABIA DE CONTRATOS DO ANTIMARY


Rocha aprovou acordo na Floresta do Antimary


Em Assembléia para celebrar contrato, realizada pelo Governo do Estado, deputado participou e assinou como testemunha

Da Assessoria / Secom

O deputado estadual Wherles Rocha (PSDB) foi uma das testemunhas do contrato de aquisição de madeira pela empresa Laminados Triunfo na Floresta Estadual do Antimary. O parlamentar tucano participou ativamente da Assembléia-Geral com os moradores e não fez qualquer questionamento.

O contrato foi celebrado em agosto deste ano, durante reunião que contou com a presença de 49 das 53 famílias assentadas na Floresta Estadual.

"Acho muito estranho o posicionamento do deputado. Afinal, ele não fez questionamento durante a assembléia. Inclusive, assinou como testemunha", comenta o secretário de Estado de Floresta (SEF) João Paulo Mastrângelo.

Segundo Mastrângelo, os preços praticados no âmbito do contrato são coerentes com os valores dos editais de concessão florestal expedidos pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

"Podemos citar como exemplo o edital da Floresta Nacional do Jamari, em Rondônia, que teve seu contrato celebrado com os concessionários estabelecendo o valor médio de R$ 34,50 pelo metro cúbico da madeira em pé".

Para o secretário, o deputado tenta desviar a atenção para fatos mais graves envolvendo, inclusive, um aliado seu. "Não temos medo de fazer o debate limpo e ético. Não iremos ficar calados diante de quem utiliza mecanismos escusos para tentar enganar os menos avisados".

INSCRIÇÕES

Estão abertas as incrições para alfabetização no SESC.
                                                                                     Oportunidade para seu filho estudar no SESC

Educação de qualidade ao alcance do comerciário


Documentos necessários para inscrição:

Carteira do SESC atualizada (da criança)

Certidão de Nascimento

Idade mínima: 04 anos completos ou que irá

completar até fevereiro de 2012.

Observação: Será realizado sorteio caso a procura seja maior que a oferta de vagas.

Informações

68-3901-3211

CANCELAMENTO BOLSA FAMÍLIA

Gestores e técnicos têm até 31 de outubro para identificar corretamente a escola dos beneficiários e atualizar essa informação no Cadastro Único e no Sistema Presença do MEC

Brasília, 17 – O benefício do Bolsa Família de 194 mil famílias estão bloqueados e serão cancelados em novembro, se os técnicos municipais não identificarem corretamente a escola de crianças e adolescentes até 31 de outubro. São 221.715 beneficiários na faixa etária dos 6 aos 17 anos que não foram localizados no acompanhamento da frequência escolar em 2010 feito pelo Ministério da Educação (MEC). Essas crianças e esses adolescentes não são localizados, porque a escola não foi identificada no Cadastro Único ou porque a informação está desatualizada.

A força-tarefa montada pela equipe do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para localizar os beneficiários teve início no começo do ano, quando eram 572.233 crianças e adolescentes, e já apresenta resultados positivos.

Até setembro, 350 mil foram localizadas, o que representa 62% do público inicialmente envolvido na ação. Dessa porcentagem, o MDS constatou que 6,5 mil famílias vivem em situação de vulnerabilidade e providenciou o acompanhamento familiar pela assistência social local.

Mesmo com o empenho das equipes de localização, ainda há 220 mil crianças beneficiárias do Bolsa Família que não foram encontradas e precisam atualizar as informações referentes à unidade de ensino (veja as informações por estado abaixo). Esse total corresponde a 194 mil famílias.

Nesta reta final, é imprescindível que os gestores municipais se mobilizem para identificar as famílias e articular parcerias com outras áreas, de modo a localizar a escola de crianças e adolescentes e incluir essa informação no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e no Sistema Presença.

Acesse o boletim de rádio: Mais de 221 mil crianças e adolescentes do Bolsa Família precisam ser localizadas este mês para evitar cancelamento de benefício


Fernanda Lattarulo/Roseli Garcia

Ascom/MDS

(61) 3433-1106 (61) 3433-1106

www.mds.gov.br/saladeimprensa